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  <title>DREAMFINDER</title>
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  <description>DREAMFINDER - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sat, 31 Dec 2011 16:43:49 GMT</lastBuildDate>
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    <title>DREAMFINDER</title>
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  <pubDate>Sat, 31 Dec 2011 16:42:49 GMT</pubDate>
  <title>HÁ COISAS QUE NÃO MUDAM</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-pfIt8Y5ROoo/TrqTL8nKUKI/AAAAAAAABnc/RXFWnox1MuQ/s1600/cordeirolobo.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há coisas que simplesmente não mudam. Há pessoas consistentemente mal formadas e irritantes, que insistem em tornar a vida dos outros num Inferno e que primam pela inconveniência. Pessoas que não são boa companhia para ninguém e que se comprazem em chatear os outros. E que ainda nos deixam a nós incomodados. Pessoas desagradáveis e insensatas, com muito perfil de coitadinhas, que fazem outras ter pena delas e acreditar que o mundo conspira contra essas almas desgraçadas. Pessoas más sob uma capa de falsa simpatia e bondade. Lobos na pele de cordeiros. Mesmo no último dia do ano. Há coisas que não mudam.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 24 Dec 2010 09:38:20 GMT</pubDate>
  <title>BOAS FESTAS</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://cantinhodumaalma.blogs.sapo.pt/arquivo/feliznatal.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>natal</category>
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  <pubDate>Wed, 13 Oct 2010 16:16:52 GMT</pubDate>
  <title>MILAGRE</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px none initial;&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/D8imvUZQ8z2rr5HPO3Za/x435&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o milagre aconteceu... Aquilo em que poucos acreditavam, e que outros tantos temiam. Ao contrário das previsões iniciais que marcavam para o Natal o início do salvamento, começou hoje à meia-noite este enorme e complexa operação de resgate. Um a um, os mineiros chilenos (e um boliviano) vão saindo sorridentes. Contentes com os aplausos, com a luz do sol e, sobretudo, com a visão dos seus filhos, mulheres e mães. Um verdadeiro milagre, é certo. E o que me dá mais gosto é que é um milagre não de Deus, mas dos homens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um milagre realizado por aqueles mineiros que se aguentaram vivos durante dois meses debaixo de terra. Mesmo quando ninguém os sabia vivos. A sua resiliência e vontade de sobreviver, foi determinante e levou-os mesmo a conseguirem fazer chegar uma mensagem a quem os procurava em terra. Na sua organização, na sua resistência e na sua esperança está o segredo desta vitória.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um milagre da equipa de resgate, dos médicos e dos engenheiros que se empenharam em construir a cápsula Fénix e em garantir que ela seria a plataforma para a subida dos mineiros com vida. Que garantiram que os problemas médicos dos mineiros iam sendo controlados, com a chegada de eventual terapêutica necessária, da alimentação certa. Que incitaram os mineiros a manter condições de higiene e a permanecerem activos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um milagre das famílias que sempre tiveram as palavras de conforto e carinho, escondendo todos os seus medos e ansiedades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E 16 mineiros já estão à superfície, faltam 17!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De louvar a atitude do presidente chileno, Sebastian Piñera, que prometeu não sair do campo enquanto o último homem não estiver cá fora. E que este acidente seja um incentivo para a alteração das condições de trabalho nas minas chilenas, com aumento da segurança dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um milagre de quem acreditou na força e inteligência humana e na sua capacidade de salvar estes homens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este foi um milagre de homens para homens!&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 17 Aug 2010 12:01:47 GMT</pubDate>
  <title>NOVA ESPERANÇA</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/75661.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;&quot; src=&quot;http://www.sporting.pt/Imagens/50435.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos os anos digo que vou deixar de ver futebol, que vou parar de me aborrecer com os resultados e de sofrer com os jogadores. Mas depois, uma força intrínseca quase me obriga a aceder ao site, ver as notícias, as declarações, as imagens... E as campanhas. Podemos não ter uma história extensa de troféus ou vitórias recentes. Podemos estar a atravessar um péssimo momento.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas uma coisa é certa: temos o melhor marketing. A cada novo ano, os anúncios da gamebox são sempre capazes de me surpreender... e comover. Mexem comigo e não me permitem acomodar na indiferença que tanto procuro.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porque às vezes acreditar também cansa. E dói. Para quem leva o futebol a sério, cada derrota é capaz de estragar o seu dia, de lhe conferir uma anergia incapacitante e um mau-humor invencível. Porque é parte de nós. Porque, ao contrário do que os &quot;não-sofredores&quot;alegam, não é passível de ser controlado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este ano não é excepção e o Sporting apresentou mais uma extraordinária campanha publicitária. Parte da história de jogadores que deram tudo pelo clube e cujo amor à camisola os prendeu e tornou adeptos. Histórias de dedicação com o Sporting em comum. Beto Acosta, César Prates e De Franceschi deliciam-nos com vários capítulos da sua história. Deixo aqui os melhores filmes, mas todos eles podem ser encontrados no site do clube:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/gb1011_video_cesarprates_capituloI.asp&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/gb1011_video_cesarprates_capituloI.asp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sporting.pt/Multimedia/Videos/video_vd_cesarpratescap2_200710_63410.asp&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://www.sporting.pt/Multimedia/Videos/video_vd_cesarpratescap2_200710_63410.asp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sporting.pt/Multimedia/Videos/video_vd_acostacap3_260710_63613.asp&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://www.sporting.pt/Multimedia/Videos/video_vd_acostacap3_260710_63613.asp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/video_vd_acostacap4_100810.asp&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/video_vd_acostacap4_100810.asp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/video_vd_defranceschi_170810.asp&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;http://www.sporting.pt/Servicos/Gamebox/video_vd_defranceschi_170810.asp&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ainda assim, o Sporting começou mal com o Paços. Mas a força de acreditar vence sempre. E não me deixa a lucidez para avaliar de forma racional as nossas hipóteses e muito menos me deixa a possibilidade de escolher não sofrer, não ver, não saber. Porque o Sporting me corre nas veias.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;SEM TI NÃO HÁ CAMPEÕES. TU ÉS O SPORTING!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sporting</category>
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  <pubDate>Tue, 29 Jun 2010 13:09:17 GMT</pubDate>
  <title>A RÉSTIA DA ESPERANÇA</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/75297.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;&quot; src=&quot;http://harishcronicas.files.wordpress.com/2009/03/esp_557.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A história repete-se e Portugal volta a depositar toda a sua esperança num guarda-redes. É Eduardo que sucede a Ricardo, levantando o orgulho português. Tem-se revelado imbatível e faz parte do 11 de eleição da FIFA. E, tal como o nosso herói Ricardo, faz aquilo que o seleccionador não é capaz: faz-nos acreditar que é possível!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje o adversário é difícil e o duelo ibérico promete um jogo repleto de espectáculo e emoção mas, no fim, só um vencedor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A selecção espanhola é a favorita mas Portugal tem cartas fortes para jogar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pior que nos pode acontecer é ser eliminada uma equipa na qual nunca depositámos muita fé guiada por um treinador que não nos convence. E ainda por cima frente aos campeões europeus, com os talentos criativos de David Villa, Torres e Iniesta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas sonhar... nunca é demais. E esperar que a nossa defesa sólida e o nosso grande guardião não se deixem bater, enquanto Liedson, Hugo Almeida, Cristiano ou Simão procuram o caminho da vitória. Força Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;&quot; src=&quot;http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,32955748-EX,00.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;492&quot; height=&quot;343&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>portugal</category>
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  <pubDate>Mon, 14 Jun 2010 20:11:49 GMT</pubDate>
  <title>BOAS E MÁS EXPERIÊNCIAS</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/75260.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/tJyzqFJieHZGu7ViIMOf&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/b9c04a208/6580854_jgNu6.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este fim-de-semana fui gozar alguns daqueles (cada vez mais conhecidos) pacotes &quot;A Vida é Bela&quot; e &quot;Smartbox&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Do primeiro, já conhecia a experiência &quot;Refúgios a Dois&quot; que aproveitei no Aparthotel do Castro em Castro Verde, e que foi uma excelente oportunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Agora decidi que iria passear pelos distritos de Viseu e Braga em 4 dias. As primeiras duas noites foram passadas na Quinta das Herédias (Tabuaço) com recurso à Smartbox - &quot;Escapadinhas Pitorescas&quot;. Um local idílico e maravilhoso, com uma vista inigualável, em pleno Douro e que tinha tudo para dar certo. A excepção? O atendimento. Uma empregada totalmente incapaz e insegura, sem qualquer noção do que é servir bem, que não sabia dar qualquer informação certa referente à sua própria quinta, ... Uma verdadeira catástrofe. O melhor foi mesmo a paisagem e a excelente degustação que realizámos (também com um desses pacotes).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aproveito para aconselhar uma visita a Lamego, uma cidade lindíssima e cheia de história. Tabuaço não tem muito que ver, mas apenas alguns miradouros e umas capelas que estão invariavelmente fechadas. Não se percebe porquê. Além disso, cuidado com o posto de turismo de Tabuaço. Ainda que extremamente prestável, a senhora aconselhou-nos a visita ao Mosteiro de S. Pedro das Águias, que ficámos a saber, após uma surreal &quot;invasão de propriedade alheia&quot;, ser propriedade privada.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Recomendo vivamente o restaurante &quot;Sécristia&quot; em Lamego e o &quot;Tabua D&apos;Aço&quot; em Tabuaço (neste último, o serviço não é o melhor, mas a qualidade da refeição compensa).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois seguimos viagem até ao distrito de Braga, mais propriamente para visitar Guimarães. Adorei. Cidade riquíssima com imenso para ver. Capaz de nos deslumbrar a cada passo. Desde o castelo, até ao Paço dos Duques e passando pelas inúmeras igrejas e ainda pelo Museu de Alberto Sampaio. Vale muito a pena.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/SQhzTTYO6HfyuzG8Zylg&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/bf2043cb0/6580866_lRY1B.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas o que realmente motivou este post, um pouco estranho no contexto deste blog, foi a brilhante escolha (ainda que inconsciente) que fiz para a terceira noite: Solar do Souto em Gandarela (Celorico de Basto), pela experiência &quot;Refúgios com Jantar&quot; da &quot;Vida é Bela&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi para mim um enorme prazer poder não apenas desfrutar das idílicas paisagens e da riquíssima história do solar, como também de um profissionalíssimo, personalizado e requintado atendimento. Tenho aqui de salientar a enorme simpatia e gentileza do funcionário que nos atendeu, o jovem Miguel, sempre disponível e que nos levou por uma magnífica visita ao solar. Pedaços de história cultural e social. Um mundo verdadeiramente à parte. Senti-me uma princesa no majestoso quarto em que dormi. Uma experiência única, que incluía um jantar delicioso e abundante e o pequeno-almoço. Enorme comodidade e bem-estar. Recomendo. Vale mesmo a pena passar uma noite de sonho neste solar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E é sempre bom saber que ainda há esperança de sermos bem atendidos no nosso próprio país. Com simpatia, profissionalismo e gentileza. Obrigada ao Solar do Souto.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>viagem</category>
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  <pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:31:47 GMT</pubDate>
  <title>FELIZ DIA DA MULHER</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/74864.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; width: 304px; border-top-color: black; height: 384px; border-right-color: black&quot; height=&quot;455&quot; width=&quot;304&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://images03.olx.com.br/ui/1/44/74/9184074_1.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Desejo a todas as mulheres um óptimo dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Que este dia vos obrigue a compreenderem como são importantes, a reconhecerem o vosso valor e a conhecerem-se a si mesmas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Que ele vos incentive a guardar um tempo só para vós, a preservar tudo o que são e a darem o seu melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Porque nós somos especiais não apenas hoje, mas todos os dias.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Só que nem sempre nos lembramos disso.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Bem haja a todas as mulheres!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Mães, irmãs, amigas, namoradas, esposas, colegas, ...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Juntas formamos um enorme e delicioso jardim!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>mulheres</category>
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  <pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:58:21 GMT</pubDate>
  <title>O GOVERNO DO SILÊNCIO</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/74536.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.trasosmontes.com/eitofora/numero10/carimbo.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este governo poderia ser, sem dúvida, apelidado de o &quot;governo silencioso&quot;. Porque o nosso primeiro-ministro não fala quando deve. E porque quando o faz, mais valia estar calado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este incompreensível mandato, que tem tanto de incompreensível na lógica com que o país tem sido governado (um país em que as prioridades continuam a ser o TGV e o novo aeroporto), como de incompreensível tem o facto de o povo o ter feito triunfar nas urnas, começou, também ele, com medidas a favor do silêncio. Afinal, a primeira lei permitiu calar os homossexuais, que ficaram contentes da vida por finalmente terem acesso a um direito que não é deles. Medida fundamental para o país, como é por demais evidente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, e depois da dissimulada tentativa de controlar efectivamente os meios de comunicação, através da procura de aquisição de parte dos mesmos, nomeadamente a Media Capital e a Impresa, chega a derradeira medida de censura. Directa ou indirectamente, houve uma tentativa de silenciar o Jornal &quot;Sol&quot;, um dos poucos que, ao lado do &quot;Público&quot;, continua invicto na sua meta pela liberdade de expressão e pela descoberta da verdade, sem medos de pressões superiores ou de prováveis consequências. Felizmente consegui um dos muitos exemplares, entretanto esgotados. E posso erguê-lo como estandarte da liberdade a que nos habituámos. A que temos direito. Aquela que não nos podem roubar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é o que tem vindo a ser feito. Não se pode dizer que vivamos um regime autocrático com uma disciplina de censura. Seria uma verdadeira ofensa às vítimas desses mesmos regimes. Não... pelo menos, ainda não. Enquanto eu ainda puder publicar um texto com este conteúdo, sem o carimbo supra representado ou sem quaisquer represálias, não o poderemos afirmar. De qualquer forma há indícios. Indícios de que tudo o que os membros do governo possam eventualmente (e saliento o eventualmente) ter feito, não tem interesse e não justifica abertura de inquéritos. Não justifica seguimento. É simplesmente disfarçado, distorcido, arquivado. Casa Pia. Freeport. Face Oculta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que interessa e o que é para cumprir são ordens de outra classe, como a providência cautelar emitida à edição do jornal Sol. Felizmente o sol hoje voltou a nascer e com ele a luz sobre acontecimentos, que só o presidente do Supremo, parece achar irrelevantes. Bem-haja por isso ao Jornal Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A liberdade de imprensa ainda existe. E somos nós que também a fazemos. Temos o direito à informação e ao conhecimento. Mas, sobretudo, à verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;222&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;339&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.cidade.blogger.com.br/silencio.JPG&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portugal é um país de acostumados. Não nos podemos calar quando vemos que nos roubam o pilar base da nossa democracia. Temos de exigir explicações. O primeiro-ministro não pode permanecer nesse confortável silêncio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada um de nós é importante e tem um contributo a dar: procurando a verdade, ainda que nos vendem os olhos; escutando os indícios, por mais barulho que façam; e emitindo opiniões, ainda que nos tentem calar. Que se ergam as vozes contra o silêncio. E que nasça hoje e sempre o sol da liberdade de expressão, para que não sejamos esmagados pelo peso irascível da censura. Já Sophia de Mello Breyner dizia:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;em&gt;&quot;Gritava como se estivesse só no mundo,&lt;br /&gt;
como se tivesse ultrapassado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;toda a companhia e toda a razão&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;e tivesse encontrado a pura solidão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Gritava contra as paredes, contra as pedras,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;contra a sombra da noite.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Erguia a sua voz como se a arrancasse do chão,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;como se o seu desespero e a sua dor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;brotassem do próprio chão que a suportava.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Erguia a sua voz como se quisesse atingir com ela&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;os confins do universo e aí,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;tocar alguém, acordar alguém, obrigar alguém a&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;responder.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Gritava contra o silêncio.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;283&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;279&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.fenapef.org.br/fenapef/imagem/noticia/091205_carimbo.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>censura</category>
  <category>portugal</category>
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  <pubDate>Tue, 26 Jan 2010 21:03:49 GMT</pubDate>
  <title>ORA AÍ ESTÁ...</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:57:18 GMT</pubDate>
  <title>PAÍS MODERNO?!</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; width: 222px; border-top-color: black; height: 234px; border-right-color: black&quot; height=&quot;624&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;473&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://cache.tubaraoesquilo.pt/ficheiros/arrastao/portugal.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Ainda bem que Portugal é um país moderno... Afinal, é o nono país do mundo a legalizar o casamento homossexual. Provavelmente é desta que o número de casamentos vai subir de forma estrondosa, ao contrário da tendência que se tem vindo a registar. Ainda que sejam casais de marido e marido. Ou de mulher e mulher.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Mas lamento profundamente que seja este o tema que preocupa o parlamento. Lamento profundamente que um país que se quer moderno, não tenha um conceito de democracia moderno, e não tenha permitido aos cidadãos serem chamados a decidir através do referendo (que a esquerda fez questão de chumbar). Já para não falar na prática castradora da disciplina de voto partidária. Felizmente não se lembraram de aprovar a adopção. Até ver...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Bem-haja aos deputados do CDS-PP e PSD que hoje souberam estar sentados.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Lamento que o país não se preocupe mais com a modernização em áreas fulcrais da sociedade, como a saúde, a educação ou a tecnologia. Mas o que está na moda é o TGV e o novo aeroporto. E ser gay. E ser de esquerda.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Ainda bem que não pertenço ao mundo do futebol, onde a liberdade de expressão (pelo menos aquela que lesa os senhores árbitros) não existe, caso contrário ainda seria suspensa como o Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Que estranho país moderno que nós temos...&lt;/p&gt;</description>
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  <category>país</category>
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  <pubDate>Thu, 24 Dec 2009 11:47:36 GMT</pubDate>
  <title>APOLOGIA DO NATAL</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/_40D9UJ4OVYk/SU9wo9b9X1I/AAAAAAAAAfE/qAewRmRbkjs/s400/Natal.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há quem faça do Natal um bicho de sete cabeças... É certo que o menino já não nasce tão frequentemente por estas bandas. Tal como é certo que o seu lugar foi ocupado pela simpática personagem obesa, muito menos frágil e, decididamente, muito menos santa, que traja de vermelho e vem sempre carregado. É certo que o espírito que as religiões querem transmitir não tem muito espaço para crescer numa sociedade como a nossa. Também é sabido que praticamos uma cultura de consumo, em vez de festejarmos efectivamente o nascimento do menino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas será que tudo isso é assim tão perverso como nos querem fazer crer?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Independentemente do que os mais religiosos possam pensar, ou do que os mais velhos tenham a dizer acerca do &quot;no meu tempo&quot;... o Natal continua a ser uma época muito especial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Provavelmente eu sou uma rendida ao consumismo natalício. Declaro-me culpada. Mas toda a decoração de Natal me fascina. Dá-me um enorme prazer ver as ruas repletas de cor, casas com lindíssimas e originais árvores de Natal, iluminações brilhantes, ... Depois, amigos, conhecidos e estranhos, todos nos desejam as &quot;Boas Festas&quot;. Mais ou menos sentidos, estes desejos mostram que a sociedade se une para a vivência de uma época comum e todos estão como que envoltos neste espírito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É época de solidariedade, as pessoas estão mais abertas a dar a quem precisa. Sucedem-se os jantares dos sem-abrigo e as campanhas com postais para auxílio às crianças mais necessitadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por mais profano que se tenha tornado, como dizem as mentes mais obcecadas, no Natal, a família, que passa todo o ano separada pelas circunstâncias da vida, pela falta de tempo, pelo stress diário e pelos problemas mundanos e particulares de cada um, vê-se &quot;obrigada&quot; (e, isto, no bom sentido) a reunir. Porque é uma tradição. Porque a consoada de Natal deve ser vivida em família. Todos se reúnem, matam-se as saudades, trocam-se risos e experiências de vida, partilha-se a harmonia e a paz desse dia. Tudo é esquecido por algumas horas e tudo tem espaço para acontecer. E surge o Pai Natal, esse ser maléfico, segundo as tais vozes, que fez destronar o menino. Mas é esse Pai Natal que leva as crianças a sonharem, que lhes ensina como é bom acreditar que tudo é possível. Mesmo um simpático velhote, com a eterna idade dos avós, descer pela chaminé só para nos trazer aquele presente mais especial. Aquele simpático velhote que nos incita ao bom comportamento durante o resto do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os mais velhos já não se vão em cantigas. Porém, no Natal têm a oportunidade de dar e receber, o que não é mais do que a hipótese de mostrarmos como conhecemos bem os outros ou como eles nos compreendem. Quando escolhemos minuciosamente uma prenda para alguém especial, procuramos ir ao encontro do que essa pessoa é ou precisa, procuramos demonstrar o nosso afecto e como é importante na nossa vida. Mesmo com um presente simbólico. Debaixo da árvore, esses presentes lembram-nos que muita gente gosta de nós e nos acha especial. E à medida que desembrulhamos cada um deles, e recebemos aquele perfume com um aroma que tanto nos agrada, aquela manta giríssima que tanto jeito vai dar nos serões mais frios, aquele fondue de chocolate para os momentos mais românticos, aquele livro que tanto nos apetecia ler, ... Nesse momento, sabemos que os nossos verdadeiros amigos e familiares nos conhecem profundamente. Haverá melhor sentimento que esse? De dar e receber de quem mais amamos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por tudo isto, sou uma defensora do Natal, com tudo o que ele tem de bom. É momento de festa, de reunião e de paz. Motivo para todas as alegrias.Deixem-se contagiar pelo espírito do Natal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto às pessoas que dizem mal do Natal, preocupem-se mais em cultivar aquele que acreditam ser o verdadeiro espírito do Natal, do que em dizer mal dos outros e, geralmente, fazer o mesmo que todos fazem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Desejo a todos os leitores deste blog um muito Feliz Natal, em família, com muita saúde e muitas alegrias.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Boas Festas,&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Vânia Caldeira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.e-commercebrasil.org/wp-content/uploads/2007/12/natal.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>boas festas</category>
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  <pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:22:31 GMT</pubDate>
  <title>OBRIGADA E ATÉ SEMPRE</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://cambalhotamatinal.files.wordpress.com/2008/07/paulo-bentas.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Foi assim que acabou, infelizmente... Uma série de maus resultados e más exibições da equipa, culminou de forma injusta e ingrata com a saída de Paulo Bento.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Sabia que isto ia acabar por acontecer, mas, apesar disso, ainda não acredito que aconteceu. Estou triste com a saída do meu querido treinador.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Ele marca um período de grande força no Sporting. Um período caracterizado, de frontalidade e sinceridade, sem meias palavras, com objectivos definidos, com garra e dedicação. Foi assim que Bento sempre dirigiu o meu clube.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Por tudo isso estou eternamente grata.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Não são justas nem honestas, as últimas palavras que se têm soltado acerca deste óptimo treinador. É a equipa enquanto todo que não joga, que não consegue, por mais que se esforce. E isso não vai mudar com a troca de treinador.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;De qualquer forma, Paulo, obrigada por tudo. Por toda a fé que sempre depositaste na equipa, pela força com que a agarraste, pela dedicação que lhe dedicaste e por tudo o que nos deste. Obrigada. E, espero, eu, até um dia destes! Nunca te esqueceremos! Boa sorte.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>paulo bento</category>
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  <pubDate>Tue, 15 Sep 2009 09:57:00 GMT</pubDate>
  <title>PATRICK SWAYZE</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://ibopebrasiltv.files.wordpress.com/2009/08/patrick-swayze.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Ele apaixonou gerações. Com a simultânea precisão e sensualidade dos seus passos de dança, com a doçura da sua voz enquanto cantava &quot;She&apos;s like the wind&quot; e com as suas magníficas interpretações.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Há uns anos tive a oportunidade de conhecer &quot;Dirty Dancing&quot; e deixei-me enfeitiçar. Um filme que inicialmente não passou de um modesto investimento para filme mediano e que graças à marcante personagem representada por Patrick Swayze se tornou um tremendo e inesperado sucesso. No filme, o autor é um professor de dança que se vai apaixonar por uma aluna, menina rica e inacessível. Juntos protagonizam a mais bela história de que tenho memória. É, sem dúvida, o filme mais romântico de sempre.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E foi aqui que me tornei inevitavelmente uma enorme fã de Patrick Swayze. Não hesito em elegê-lo como o actor que mais me marcou, o melhor de todos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; width: 417px; border-top-color: black; height: 276px; border-right-color: black&quot; height=&quot;345&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;518&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://awpcp.com/wp-content/uploads/2009/02/patrickswayze94538o4ul.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E, por isso mesmo, tremi quando há um ano soube que ele padecia de cancro. E logo do pâncreas, cujas taxas de sobrevida não são nada animadoras.Não nos podem roubar estas pessoas, não é justo que o façam... 57 anos? É demasiado cedo. Ele ainda tinha tanto para dar, agora que protagonizava a série &quot;The Beast&quot;. Ao fim de ano e meio o cancro venceu e todos nós perdemos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Se a morte dele hoje foi uma surpresa? Não. Já há meses numa aparição pública o seu aspecto transtornado falava por ele. Ainda assim não doeu menos ouvir tal notícia.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;É o fim de um homem que me fez sonhar. Que me fez ver o Dirty Dancing, que tenho em DVD, vezes e vezes. Sem nunca me cansar. Até saber as deixas, as músicas e os passos de dança. Que me fez procurar todos os filmes com ele no clube vídeo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Além de Dirty Dancing, Patrick Swayze foi ainda protagonista em outros grandes filmes como &quot;Ghost - o Espírito do Amor&quot;, &quot;Three Wishes&quot;, &quot;One Last Dance&quot;, &quot;King Solomon&apos;s Mines&quot; ou &quot;Point Break&quot; (ao lado de Keanu Reeves). E ainda a melhor série que alguma vez vi: &quot;Norte e Sul&quot;, um verdadeiro sucesso sobre a guerra civil americana.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Hoje é um dia triste pois é verdadeiramente lamentável vê-lo desaparecer para sempre... pelo menos dos ecrãs, pois na minha memória e no meu imaginário ele continuará a dançar para sempre.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Até sempre, Patrick.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.pleasedancewithme.com/ClipArtDirtyDancingPoster.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>morte</category>
  <category>patrick swayze</category>
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  <pubDate>Mon, 07 Sep 2009 18:33:55 GMT</pubDate>
  <title>AUSÊNCIA</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/73118.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; width: 377px; border-top-color: black; height: 376px; border-right-color: black&quot; height=&quot;1331&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1647&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/3006/2655437490_5e12f2b756_o.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Desde ontem que tudo estava estranho lá em casa. A mãe não voltara do trabalho e o pai dissera-lhe que surgira uma cirurgia urgente no hospital e que ela acabara por ser necessária. Fora dormir sentindo saudade das doces palavras da mãe, quando esta lhe lia uma história todas as noites, e lhe dava aquele mágico beijo de bons sonhos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Mas hoje a casa estava ainda mais esquisita. Não só a mãe continuava ausente, como havia um ambiente estranho. A família viera toda para uma não planeada visita. Porém, vagueavam pela casa como zombies, de rostos tristes e olhares vazios. Ausentes. Como a sua mãe. Onde andaria ela, que nunca mais voltava para lhe explicar o que se passava?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;A avó esboçou-lhe um doloroso sorriso e ele conseguiu ver os seus velhos olhos, datados pelas duras rugas,  vermelhos e doridos, como daquela vez em que a Joana lhe partiu o seu brinquedo favorito. E ele chorou e chorou. No fim, os seus olhos também estavam assim.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Ainda por cima tinham todos decidido vestir-se de preto. Chegava a meter medo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Farto de se sentir posto de parte, procurou o pai pelos corredores da casa. Quando o encontrou, parecia anos mais velho. Uma expressão carregada de algo que ele não sabia bem reconhecer. Mas que doía e muito.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O pai olhou-o com toda a sua ternura e disse-lhe que a mãe tinha ido para o céu. &lt;i&gt;&quot;Então e a que horas volta?&quot;&lt;/i&gt;, ouviu-se ecoar pela casa.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O pai engoliu em seco. Não sabia o que dizer ao filho, como o dizer. Estas coisas simplesmente não deviam acontecer.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Ganhou coragem, emoldurou o pequeno e delicado rosto do filho entre as suas mãos, e explicou-lhe que a mãe não voltava mais, tinha partido para sempre.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O menino de lindos olhos verdes e cabelos loiros, cheios de sonhos, voltou ao hall de entrada. Pensou no que o pai lhe dissera e percebeu que ele estava enganado, como daquela vez em que a mãe lhe pedira para trazer queijo e ele trouxera fiambre. Típico do pai. Como é que a mãe se podia ir embora de vez? Quem é que tomaria conta da casa, lhe diria o que vestir, lhe faria o almoço ou ajudaria nos trabalhos de casa? E como é que o hospital sobreviveria sem ela? Não podia ser. Afinal ela despedira-se dele, no dia anterior, com o beijo de sempre e a pressa do costume para ir trabalhar. E tinham combinado ir ao jardim botânico no próximo fim-de-semana. Não lhe disse que não voltava. Não o avisou que era para sempre...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Certo de que o pai estava enganado, ele dirigiu-se para a porta. Sentou-se num dos degraus da entrada e limitou-se a esperar que a mãe simplesmente voltasse para casa.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>contos</category>
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  <pubDate>Sun, 23 Aug 2009 19:58:48 GMT</pubDate>
  <title>EM CASA</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;401&quot; width=&quot;286&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.sporting.pt/Imagens/45523.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;A noite esteve longe de ser brilhante... O ambiente em Alvalade prometia festa, mas os foguetes acabaram por não ser lançados. Num painel do Directivo XXI lia-se que o segundo lugar não era suficiente, queríamos lutar pelo título.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O que é certo é que o grande rugido do leão ficou por se fazer ouvir e um pequeno, às vezes um pouco maior Sporting saiu para jogar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Nos primeiros minutos todos acreditámos. Sim, sentimos que a força e garra que predominaram contra a Fiorentina tinham vindo para ficar e marcavam um novo ciclo no clube. Porém, aqui, a culpa nem sequer foi do árbitro. Esse, apesar de uma grande penalidade por assinalar, pode dizer-se que saiu isento de culpas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;A culpa? Foi dos suspeitos do costume.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Apesar de na frente a coisa estar a correr bem, com vários remates à baliza, um total domínio sobre a equipa adversária e uma grande vontade de vencer, lá atrás, junto à baliza, a história é outra.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E assim que o Braga decide atravessar o meio campo... é golo. Nem um Miguel Veloso enorme, um extraordinário golo de Yannick, um Liedson sempre esforçado, ou um Matías melhor que das outras vezes chegaram. Pedro Silva, André Marques, Polga e Postiga trataram de destruir tudo o que os outros tentaram fazer crescer. Com lances infantis e demasiada descoordenação.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;A solução? Passaria certamente pelos avanços da clonagem, o que (por motivos éticos) pode chegar tarde demais. Quatro Carriços seriam, certamente, a melhor defesa do campeonato. Talvez o Vuk à direita e um substituto para o Postiga.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Culpa do Paulo Bento? Não creio. A culpa é dos jogadores. E a mudança de técnico não me parece uma solução, nem me parecem justas algumas das críticas que têm vindo a fazer-se ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Queremos mais e sabemos que a equipa é capaz de melhor. Mais concentração, mais empenho, mais garra e mais eficácia. Até lá, continuaremos a puxar por eles.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Porque, de qualquer forma, e apesar da triste noite, é sempre bom regressar a Alvalade. E sentir-me inequivocamente em casa...&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sporting</category>
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  <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 20:33:37 GMT</pubDate>
  <title>AQUELE ESTRANHO</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/72557.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/_fUpOEqrHaSg/ShSTFKdWdFI/AAAAAAAAAEg/09dlccTA0m8/s320/menina_chorando.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Procurava concentrar-se no belo conto de fadas que segurava timidamente entre as mãos. Um clássico. A princesa aprisionada por uma bruxa maléfica. O príncipe, esbelto e corajoso, que parte sem hesitar para a resgatar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Continuamente os olhos fugiam do livro para a realidade do quarto, que as nove horas banhavam de um tom sombrio. Na pequena mesinha junto à cama, uma foto de tempos talvez mais felizes. Ou apenas o rosto da inconsciência própria dos três anos... Não sabia. Agora, sete anos mais velha, apenas sabia que não queria que ele chegasse. Aquele estranho. Não já. Não agora. Talvez nunca mais!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E se, por um lado, eram pensamentos libertadores, por outro, eram tremendamente cruéis e punidores. Sentia-se horrível por alojá-los na sua mente, por alimentá-los. Um verdadeiro monstro. Afinal, a culpada de tudo era ela.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Olhando a janela percebia-se presa no seu quarto, na sua casa, no seu mundo. Impiedoso. Será que o seu príncipe chegaria algum dia? Capaz de a levar para longe de tudo e todos? Para longe dele.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E foi então que ouviu a porta bater. Sabia que não era o seu príncipe, afinal os passos etéreos deste contrastavam com a rudeza dos passos que percorriam a casa. Passos e mais passos. Angustiantes. Dolorosos. O subir das escadas. E o derradeiro abrir da sua porta.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O pai entrou. Uma mistura de emoções golpearam-na com uma força dilacerante - o nojo, o medo, a culpa. E o horrível hálito a álcool. O lascivo sorriso do pai. O olhar possesso.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Percebeu que chegara o momento de desaparecer. Foi então que se encolheu ainda mais entre os lençóis, fechou os olhos e respirou fundo. E rogou que o seu príncipe chegasse para a salvar.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>ficção</category>
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  <pubDate>Wed, 12 Aug 2009 19:59:02 GMT</pubDate>
  <title>AMANTE DE SONHO</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/72397.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://sensivelldesafio.zip.net/images/peles.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;Um amante de sonho és tu. Aquele que me torna maior, me faz sentir única e especial, princesa no teu conto de fadas, flor mais bela do teu jardim, livro preferido e mil vezes lido da tua estante. Aquele que, continua a olhar para mim, dia após dia, como se fosse a primeira vez. Simultaneamente encantado e ávido descobridor de novos pedaços de mim, de novas vontades, de novos sonhos, de novos rumos a percorrer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;És tu, aquele cujos dedos deslizam pelo meu corpo como se de uma peça da mais pura arte se tratasse. Com a sensibilidade e a doçura própria dos mestres, temperada de desejo e amor sinceros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;Um amante de sonho és tu. Aquele para quem amar nunca será uma meta cumprida, mas sempre uma promessa a cada dia renovada num olhar profundo, num gesto de ternura ou num beijo apaixonado. Tu, que te alimentas do teu próprio amor e daquele que te dou, para seres a cada dia melhor e mais completo, mais perfeito e único. Um verdadeiro amante de sonho. Tu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>amor</category>
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  <pubDate>Wed, 05 Aug 2009 10:56:30 GMT</pubDate>
  <title>UMA QUESTÃO DE FÉ</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.record.pt/rec/i/pixel.gif&quot; /&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/_-MYfoBBF9SE/SV4JAbi46AI/AAAAAAAABMU/8-JUVZqiQzc/s400/rui+patricio.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Para meu enorme desgosto, ontem vi um jogo que certamente não foi o da minha equipa. Pelo menos, não daquela equipa dedicada, lutadora e concretizadora que conheço.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O que vi foi um grupo de jogadores e não uma equipa, pouco ligados, completamente desorientados, tentando jogar cada um para seu lado e, sobretudo, tentando de alguma forma chutar a bola... pouco importava como e para onde.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Vi um Liedson que, ainda que lutador, está longe da excelente forma a que nos habituou. Um Yannick que, como era previsível, foi um jogador a menos na equipa na posição que ocupou, incapaz de dominar a bola e construir jogo. Um Matías sem nada para mostrar. Um André Marques sem capacidade para jogar a titular. Um Abel... enfim, o Abel do costume. Esse, pelo menos, já não nos engana. Não esperamos mais dele. E, apesar de tudo, ainda fez um bom corte, que poderia ter dado origem a golo do adversário.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Pontos positivos? Não muitos. Ainda assim, Moutinho nunca se entregou, Miguel Veloso foi bom a distribuir jogo, Caicedo surpreendeu com a sua positiva vontade de ganhar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E Patrício fez aquilo que faltou a todos os outros: acreditar! Foi com determinação e uma incontida vontade de seguir na Champions, que Rui Patrício deixou os seus terrenos e subiu até à baliza adversária para mostrar como se faz. Foi perícia, mestria, saber-fazer? Provavelmente não. Teve muito de sorte, é certo. Mas, ainda assim, serviu para envergonhar todos os restantes 10 jogadores que estiveram a brincar durante 89 minutos mais 5 de compensação, absolutamente incapazes de virar um jogo após o golo do 1º minuto. Inadmissível.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Quanto aos rostos &quot;mutilados&quot; da equipa do Twente? Também não me metem dó. Limitaram-se a fazer um ridículo anti-jogo, pelo que mereciam tanto ganhar como o Sporting. Além disso, quem se limita a defender e a deixar o tempo passar, corre sempre o risco de ver a coisa correr mal.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Gosto do meu clube e sei que estou condenada a sofrer. Ainda assim quero ver mais. Quero ver os jogadores a sofrerem também por um resultado, a lutar por ele. Onde está a garra do leão? Baixar os braços não é, certamente, a solução. Obrigada, Rui, pelo aroma da esperança que deixaste ontem em campo!!!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sporting</category>
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  <pubDate>Mon, 20 Jul 2009 13:05:00 GMT</pubDate>
  <title>AÍ ESTÃO ELAS</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/71812.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/_TTsBeBf32CU/RyjYj5un6eI/AAAAAAAAABM/AFeLQduAxOg/s320/holidays1.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;As muito ansiadas (e merecidas) férias. Ansiadas, porque trazem à minha vida um factor do qual já não desfrutava há algum tempo: o próprio tempo! Merecidas? Sim, pelo menos assim o creio. Mais uma meta alcançada, com as cadeiras todas feitas em 1ª fase e um sorriso de troça para o chamado &quot;ano barreira&quot;. Agora, agarrem-se: anos clínicos, aí vou eu!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Mas até lá só preciso de ... tempo. Tempo para mim e para os outros.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Tempo para ir beber um café sozinha, olhar o horizonte e pensar na minha vida, na minha felicidade, na sorte que tenho. Tempo para dar um pulo até à praia e sentir a rude areia nos meus delicados pés, sentir-me só comigo e com o mundo, sentir o sol que escalda e queima mas, sobretudo, que regenera. Sentir a suave aragem que me dá as forças perdidas com tantos exames, que me liberta o espírito do pensamento, que me deixa entregue a um estado de calma inconsciência.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Tempo para escolher qual o livro a ler de seguida, tempo para alugar todos aqueles filmes que foram ficando para trás, tempo para ouvir as músicas preferidas, tempo para escrever, tempo para conhecer lugares e pessoas, tempo, tempo, tempo...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Mas, também, tempo precioso para estar com os outros. Todos aqueles que tornam cada grão de areia da minha ampulheta tão especial, tão único. Tempo para pôr a conversa em dia, reafirmar esses fortes, ainda que invisíveis, laços que nos unem. Tempo para rir em sintonia. Há coisa melhor do que rir a dois? Tempo para passeios, idas à praia ou ao cinema. Tempo para cafés, bares e discotecas. Tempo para me dar e receber do que de melhor este mundo tem: esse milagre da amizade. Esses momentos perfeitos de comunhão, sorrisos, compreensão... é, agora, e ao vosso lado que os reencontro. E, assim, me reencontro a mim mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E ainda tempo para estar contigo: apenas nós, a dois. Reinventar sorrisos e desenhar carinho. Espelhar felicidade e confiança. Crescermos juntos na união que partilhamos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Finalmente... posso rejuvenescer de férias!!!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Desde já, a todos desejo, umas excelentes férias.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>férias</category>
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  <pubDate>Tue, 07 Jul 2009 17:32:26 GMT</pubDate>
  <title>&quot;THIS IS IT&quot;</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/71582.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/_h92F2a-n9aY/SacqkbCgvwI/AAAAAAAAD-M/aOnzHNqquAg/s400/michael_jackson+metamorfose.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Polémicas à parte, o rei partiu e deixou um enorme vácuo mundial. Uma das personagens, simultaneamente, mais populares e mais misteriosas de sempre, Michael Jackson, sempre motivou multidões... Em vida e em morte.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Um passado de violência e uma infância destruída, não deixaram crescer completamente o homem, mas não conseguiram impedir o nascimento de um tremendo génio da música.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;As suas magníficas músicas, a sua original dança, a sua irreverente personalidade inspiraram não uma, mas várias gerações. Miúdos e graúdos deixaram-se chocar pela morte do cantor e choraram em uníssono tremenda perda.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Foi diferente em tudo o que fez: na forma impressionante do seu corpo enquanto dançava, nas mudanças físicas que atravessou, nas controversas polémicas em que se viu envolvido, na magnífica &quot;Neverland&quot;... Mas, sobretudo, deixa-nos uma enorme herança: os melhores espectáculos de sempre, as eternas músicas encantadoras, os 8 Grammys que ganhou e o álbum mais vendido de sempre. E ainda os gestos de caridade constantes para com o mundo e as crianças.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Também na morte foi diferente... A sensação que fica e que nos asfixia: a de que partiu certamente cedo demais.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&quot;No meu coração, serei sempre Peter Pan.&quot; M.J.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Agora, poderás ser sempre criança e descansar em paz. Cá em baixo, voarás certamente pelos confins da eternidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; height=&quot;311&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;268&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.poplexikon.com/images/band-mitglieder/0000/0449/michael-jackson_huge.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/bUaMzwNPgro&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/bUaMzwNPgro&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description>
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  <category>michael jackson</category>
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  <pubDate>Mon, 06 Jul 2009 21:29:50 GMT</pubDate>
  <title>AQUELE OLHAR</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; width: 444px; border-top-color: black; height: 331px; border-right-color: black&quot; height=&quot;443&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;560&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotocache02.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//4e/e4/5b/2367824_nQL7e.jpeg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Geralmente com o tempo as coisas passam. Aquilo que ontem era giro, amanhã não terá mais graça. O que ontem fizemos com prazer, amanhã esqueceremos. O que hoje nos move, amanhã não nos fará mexer. O que hoje nos emociona, amanhã ser-nos-á indiferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É isso que te torna tão especial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando a cada dia me olhas como se fosse a 1ª vez. Com o mesmo encantamento e o mesmo carinho. O mesmo brilho no olhar com que nos apaixonámos, a mesma ternura no gesto que me estendes, a mesma verdade no sorriso que esboças e as mesmas certezas nas palavras que sussurras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se algo mudou, foi apenas a confiança que deixámos crescer entre nós (que é, aliás, a única coisa que há no espaço entre nós dois), a cumplicidade que banha os nossos momentos juntos, a harmonia das nossas escolhas, a felicidade compartilhada nos nossos rostos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Obrigada por fazeres com que cada momento seja especial, cada sorriso seja diferente e verdadeiro, cada gesto puro e honesto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, sobretudo, obrigada por me olhares assim... Como da primeira vez.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 05 Apr 2009 14:11:31 GMT</pubDate>
  <title>VINTE E DOIS</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; width: 380px; border-top-color: black; height: 301px; border-right-color: black&quot; height=&quot;2178&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;2878&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/uZkszucMKA6eN3zZuzyv/&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Número mágico? Talvez não. Idade especial? Não creio. Momentos inesquecíveis? Sem dúvida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Mais importante do que o facto de estar um ano mais velha, é a oportunidade de reunir amigos, de estar com eles e de saber que, apesar de a falta de tempo muitas vezes impor o seu ritmo, os fortes laços de amizade não se perdem. Reviver as velhas histórias e contar as novas. Rir, com a deliciosa certeza de se estar entre os nossos, única e somente entre aqueles que, de alguma forma, são especiais. Ritual libertador e precioso que se repete a cada ano. Com aqueles que marcaram e marcam parte da nossa própria história. Da minha história. Que são indeléveis impressões digitais na minha pele, no meu toque, na minha vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Amigos. A todos vocês, aos que estiveram e aos que não puderam (mas que &quot;estão&quot; lá sempre), obrigada por cada pequeno grande momento. Por cada recordação, por cada sorriso, por cada gesto, por tudo. Obrigada pela maravilhosa noite de ontem. E, sobretudo, obrigada por gostarem de mim. (Eu sei que não é fácil.)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Adoro-vos!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Vânia&lt;/p&gt;</description>
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  <category>amigos</category>
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  <pubDate>Sun, 22 Mar 2009 20:20:10 GMT</pubDate>
  <title>NOITE SEM GLÓRIA</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.sporting.pt/Imagens/43168.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Há dias em que fico triste com o futebol português. Demasiado triste. Erros inadmissíveis. Um assistente que não vê. Um árbitro que não hesita em ver o que não há e marcar o que não é. Um jogador revoltado que terá de se cingir à sua revolta porque, no fim, não há nada a fazer. Uma medalha atirada fora (e com razão!). Uma taça que foi levada pelo clube errado. E mais uma injustiça a juntar à lista.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;O menos mal? Pelo menos o Sr. Lucílio teve a decência de assumir o erro. Perante as atitudes execráveis dos árbitros portugueses, já é qualquer coisa...&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sporting</category>
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  <pubDate>Wed, 11 Mar 2009 19:59:34 GMT</pubDate>
  <title>O FARDO DE SER MULHER</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
  <link>https://dreamfinder.blogs.sapo.pt/70615.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://cache03.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//82/7b/3c/16126_0001p0w8.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Ser mulher.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Gosto de pensar que, hoje em dia, o orgulho de ser mulher nos recorda, a todas, as imensas lutas e consequentes vitórias que outras, em tempos distantes, travaram e conquistaram com a força do seu pensamento e a virtude das suas ideias. Batalha sem tempo, essa. A da igualdade, a da dignidade e a do respeito. Apenas por um lugar na sociedade, longe do velho papel de mãe e esposa, cumprido de forma sacrificada. Em busca de mais do que isso. Porque merecemos mais. Porque valemos muito mais.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Um lugar ao lado dos homens, com direitos e reconhecimentos semelhantes. Porque somos iguais. E, muitas vezes, melhores. Mais capazes, mais aptas, mais responsáveis, mais dedicadas. Porque estamos habituadas a sentirmo-nos postas à prova e a superarmos todos os testes.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E, no entanto, em dias como este, fico profundamente triste. Porque sinto que tudo não passa de uma fachada. A sociedade não mudou tanto quanto se esperava. Continua igual... Os homens não mudaram (a maioria, pelo menos, não). Um estudo veio hoje revelar que um em cada sete britânicos acha normal bater na namorada. Os números da violência no namoro não param de crescer e os actos machistas repetem-se numa sociedade que se diz jovem, moderna e civilizada. O assédio à mulher no trabalho é frequente, a escolha de homens para os cargos mais altos também. Os homens não mudaram: as palavras talvez tenham mudado, se tenham suavizado e preenchido de falsas cautelas (&quot;porque fica bem, porque elas gostam de ouvir, porque é bonito&quot;), mas os seus gestos e as suas ideias são, bem no fundo, as mesmas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;Mais do que isto, preocupa-me que muitas mulheres não tenham mudado. Umas porque a idade não lhes dá espaço à mudança. E outras... essas são as que não compreendo. Têm elas próprias profundas raizes de uma sociedade machista: onde se habituaram a servir os homens e a criticar as mulheres que o não fazem. Onde um homem que traia a sua companheira é um &quot;mulherengo&quot; (expressão acompanhada de um leve sorriso) e mulher que faça o mesmo não passa de uma &quot;puta&quot; (e perdoem-me a expressão). Onde não cultivam o respeito por si próprias, a ambição de chegar sozinhas a lado algum, a vontade de vencer e provar ao mundo o seu valor. Que se limitam a acreditar naquilo que eles lhes dizem, que se circunscrevem ao &quot;nada&quot; com que eles as rotulam. Cujos objectivos de vida são casar e ser esposas dedicadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;E, agora, pergunto: haverá assim tanta diferença entre estas mulheres e as de há uns séculos atrás? Ou aquelas que se escondem numa burca nos países árabes? Provavelmente, a principal diferença é que as de hoje perderam a força de mudar as coisas. E se acomodam. E como esta realidade pode doer... É tempo de sermos verdadeiramente iguais. Não queremos que nos favoreçam, não precisamos! Queremos o simples direito de sermos iguais, no que fazemos bem e no que fazemos mal. Sem excepções. Será demais sonhar com isso?&lt;/p&gt;</description>
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  <category>mulheres</category>
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  <pubDate>Fri, 06 Mar 2009 22:24:47 GMT</pubDate>
  <title>UM GRITO</title>
  <author>Vânia Caldeira</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-left-color: black; border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/_C2Xw7OYFmU4/SLavb5gTZ8I/AAAAAAAAAHw/8tY9TXYL6p8/s400/grito&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Solta-te, grito calado!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Liberta-te, lágrima contida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Voa alto, liberdade roubada.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Reaparece, memória esquecida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Foge vida aprisionada.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Cresce sentimento reprimido.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Respira, sopro abafado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Surge, caminho nunca percorrido.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Soletra-te, palavra improferível.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Ergue-te, vontade apagada.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Desponta, ambição escondida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Dói, ferida não sarada.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Chega de meias palavras e de coisas que ficaram por dizer.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Chega de um estado de sonolência e sobrevivência.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Chega de medos e cautelas quando de liberdade se trata.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Chega de contenções e de falsas aparências.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;É tempo, é hora, de se libertarem as correntes que nos prendem...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center&quot;&gt;de sermos mais e melhor mas, sobretudo, de sermos finalmente nós!&lt;/p&gt;</description>
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