Para sonhadores... Deixem-se levar... O blog mudou de cores, mas os sonhos são os mesmos...

10
Jan 08

 

A liberdade é uma das palavras mais aclamadas em todo o mundo. Motivo de discursos políticos, divagações literárias, reivindicações sindicalistas, iniciativas para defesa dos direitos humanos...

É, sem dúvida, um bem precioso. Mas até que ponto somos verdadeiramente livres e não meras marionetas? Não, não me refiro a questões políticas... não gosto delas. Refiro-me a todos os condicionantes que inevitavelmente nos moldam e limitam a nossa liberdade.

Desde os condicionantes biológicos e genéticos que nos limitam a um nível mais básico e fisiológico, determinando em parte aquilo que podemos ou não fazer, as nossas aptidões e capacidades, os nossos dons. Estamos limitados pelo meio social e pelo contexto cultural... A sociedade molda-nos de forma a adoptarmos as atitudes que esperam de nós, integradas num padrão de regras e normas sociais e comportamentais. A nossa fé, as nossas crenças, os nossos valores e ideais também condicionam as atitudes que tomamos, a forma como vemos o mundo e as nossas possibilidades de agir no seu seio. Somos aquilo em que acreditamos.

São todos estes factores que condicionam as nossas escolhas... Mas, em última instância, temos essa hipótese: a de fazer uma escolha.

Na verdade, a nossa vida é um palco, no qual actuamos como personagens principais. A toda a hora nos cruzamos com outras personagens, secundárias e figurantes, que desfilam pela nossa vida e nos modificam. Tal como o palco tem um cenário, a nossa vida está integrada num contexto rico em condicionantes sociais, culturais, biológicos, históricos e psicológicos. Se, por um lado, um dos valores mais importantes da nossa vida e que mais devemos preservar é a liberdade, que nos distingue uns dos outros e nos fornece a estimada singularidade, por outro, ao longos dos diversos momentos da nossa vida, existem pequenos e ténues fios, que nos prendem a esse mesmo palco, que nos tornam marionetas de uma peça maravilhosa – a vida – manejadas pela mão de todas estas condicionantes.

publicado por Vânia Caldeira às 22:17
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"2 am and she calls me 'cause I'm still awake
Can you help me unravel my latest mistake
I don't love him, winter just wasn't my season
Yeah, we walk through the doors, so accusing their eyes
Like they have any right at all to criticize
Hypocrites, you're all here for the very same reason!

'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, girl
So cradle your head in your hands
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe

May he turn 21 on the base at Fort Bliss
Just a day, he sat down to the flask in his fist
Ain't been sober, since maybe October of last year
Here in town you can tell he's been down for a while
But, my God, it's so beautiful when the boy smiles
Wanna hold him, maybe I'll just sing about it

'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, boys
So cradle your head in your hands
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe

There's a light at each end of this tunnel
You shout 'cause you're just as far in
As you'll ever be out
These mistakes you've made, you'll just make them again
If you only try turning around

2 am and I'm still awake, writing a song
If I get it all down on paper
It's no longer inside of me, threatening the life it belongs to
And I feel like I'm naked in front of the crowd
Cause these words are my diary, screaming out loud
And I know that you'll use them, however you want to

'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, now
Sing it if you understand
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe

Oh breathe, just breathe..."

 

(Anna Nalick)

publicado por Vânia Caldeira às 19:59
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